Louco por ti
Zé gosta e procura compreender o que se vai passando consigo. Foi isso que o levou, a partir de certa altura, a escrever o que sentia por ela, como via a relação que mantinham e o que desejava dela.
11
Jan 06

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Terralva, 11 de Janeiro

Hoje, um amigo meu perguntou-me o que eu tinha, porque não estava nos meus dias. Com efeito não estava, não estou nos meus dias. Só não sabia que isso era assim tão visível...
Estar há tempo sem uma vida sexual regular e satisfatória faz-me sentir insatisfeito, perturbado, incomodado, ora irascível, sem paciência nem disposição seja para o que quer que seja, ora apático, sem grande vontade para fazer o que quer que seja.
Sinto-me intranquilo, porque a paixão que sinto por ti só me faz desejar-te, querer estar contigo, partilhar tudo contigo. Entretanto, não poder ter tudo o que sinto necessidade, não poder dar largas ao que me apetece e ao que sinto, gera insatisfação.
Por vezes interrogo-me porque é que, mal tendo saído de uma relação, me deixei envolver noutra, com a complexidade que tem para ser fruída plenamente.
Mas eu sei que amar como sinto amar-te, enamorar-me como me enamorei de ti, apaixonar-me intensamente, loucamente, como me apaixonei por ti, não acontece sempre nem quando a gente quer. É já uma felicidade ter-me acontecido novamente. Ter a capacidade de me voltar a enamorar, a apaixonar e a amar é gratificante, é de procurar aproveitar por todos os meios ao meu alcance.
Saber que posso estar a ser correspondido torna as coisas ainda mais aliciantes e excitantes. Quero-te!
A complexidade que envolve a nossa relação, a demora, a dificuldade de fruir completamente os nossos sentimentos e os nossos desejos gera ansiedade, insatisfação, intranquilidade, perturbação.
Preciso de fazer amor. Mas ao contrário do que acontece às vezes, e era o que esperava que acontecesse agora, que não estou comprometido, não me apetece fazê-lo com qualquer uma por mais interessante que seja. Só contigo me apetece fazê-lo.
É tão bom estar enamorado, apetece-me tanto namorar-te, amar-te! Mas o facto de não poder dar largas à paixão não permite sentir-me bem.
Espero conseguir encontrar forma de tornar viável a consumação plena da nossa relação. Espero que queiras tanto isso quanto eu, e que, com a tua criatividade, imaginação, força de vontade e desejo de aventura, faças tudo o que poderes e quiseres para que isso aconteça. Sinto que estás a ficar cada vez mais tentada pelo aprofundamento da nossa relação, embora alguns preconceitos não tenham sido totalmente ultrapassados, levantem dúvidas quanto ao que fazer, às opções a adoptar, à iniciativa a tomar, ao ritmo a seguir, à disponibilidade para realizar o que sentes.
Estou completamente louco, louco por ti, sem grandes capacidades para apreciar o mundo sem ti, sem poder contar contigo para partilhar os sentimentos e prazeres, as angústias e contrariedades. Quero que sejas a minha principal cúmplice. Preciso de cumplicidade, da tua cumplicidade.
Sei que sem paixão, sem amor também se vive, mas vive-se mal, sobrevive-se. Quero viver bem e acho que posso, que podemos. Vamos a isso!
publicado por jmartinsdocabo às 21:25
10
Jan 06

Terralva, 10 de Janeiro

Parecia que estava a adivinhar quando ontem levantava dúvidas quanto ao nosso encontro aprazado para este fim-de-semana se vir a realizar. O telefonema que agora terminamos veio arrumar a hipótese. Não nos vamos encontrar.
É pena. Queria tanto que isso acontecesse! E acho que tu também querias, mas que não queres que aconteça de forma programada, organizada. Queres que aconteça naturalmente, quando surgir a oportunidade e te sentires envolvida e tentada a fazê-lo.
É claro que assim seria mais agradável, eventualmente mais romântico, sem se ter a sensação que se está a fugir de algo, que se está a fazer algo que é preciso esconder. Mas as coisas não têm de ser assim, não têm de ser entendidas dessa forma.
Como te dizia, há pouco, para namorarmos também precisamos de tempo, por muito pouco simpático que isso pareça. Mas, de facto, é preciso gerir o tempo de forma a que dê para fazermos o máximo do que temos necessidade de fazer, do que queremos fazer, do que nos apetece fazer. Precisamos de definir prioridades em função da importância relativa que atribuímos a cada uma das áreas das nossas vidas.
Se o não fizermos podemos gastar mais tempo em coisas que, sendo úteis e importantes, não são as que mais contribuem para nos darem a felicidade que ambicionamos, para que a vida faça mais sentido, não deixando o tempo necessário para estas.
Precisamos, porque isso cada vez nos apetece mais e dá mais prazer, de namorar, e para que o possamos fazer precisamos de tempo, que tem de ser retirado de outras ocupações que temos.
Não há outra alternativa. Se o não fizermos não teremos tempo para namorarmos e para nos sentirmos satisfeitos e experimentarmos a felicidade.
Para mim já é claro, há algum tempo, que tu és o mais importante que existe para mim, que só me sinto feliz contigo. Por isso me sinto disponível para encontrar soluções que me libertem de outras ocupações para poder estar contigo.
Tu ainda não queres entender as coisas desta forma, embora eu ache que as sentes assim também.
Espero que te disponhas a, rapidamente, encarar estas questões práticas que nos permitam dispor de mais algum tempo para nós, de condições para estarmos um com o outro, de desenvolvermos a relação que, cada vez mais, nos aproxima e liga sem restrições de qualquer espécie.
Amo-te perdidamente. Estou mesmo louco por ti. Cada vez és mais importante para mim, para a minha vida. Cada vez penso mais em nós, atribuindo menos importância ao que nos envolve.
Já há tempo que sou teu. Sinto que também vais sendo minha...
Desejo-te tanto, quero-te tanto, amo-te, adoro-te!
Até breve. Preciso de ti.

publicado por jmartinsdocabo às 21:19
09
Jan 06

Terralva, 9 de Janeiro

Como foi bom termos podido lanchar juntos! Estava mesmo em baixo. Depois de almoço caí numa tristeza tão grande... Tive de ir dar uma volta para ver se a tristeza passava, mas, como viste quando cheguei ao pé de ti, ainda não estava muito bem. Estou naquela fase em que só me apetece estar contigo, a partilhar tudo, a pensar em voz alta e a trocar impressões contigo sobre tudo o que penso, o que faço, o que me preocupa, o que tenciono fazer.
Há tempo que não tenho relações sexuais, porque só em ti penso, só a ti desejo e isso entre nós ainda não aconteceu. Isso faz-me uma falta danada, incomoda-me, perturba-me bastante, desequilibra-me, desestabiliza-me, naturalmente, que me faz sentir muito insatisfeito.
Qualquer dia passo-me, trepo às paredes... Tenho muita dificuldade em me aguentar, a resistir à tentação de te possuir, de fazer amor contigo, de dar largas aos meus sentimentos e aos desejos que sinto por ti. Atormenta-me cada vez mais ter-te próxima, saber que sentes e desejas, cada vez mais, o mesmo que eu - consumarmos o acto de realização do nosso amor e da nossa paixão.
Sim, minha querida, falo no nosso amor e na nossa paixão porque sinto, cada vez mais, que vais sentindo e desejando o mesmo que eu. É tão bom que isso esteja a acontecer...
Foi bom termos ido lanchar, foi bom conseguirmos falar de trabalho, de partilharmos de interesses e objectivos convergentes. É gratificante sentir-me sintonizado contigo em tantas coisas.
É importante que continuemos a ser capazes de separar os relacionamentos de trabalho da relação afectiva. Naturalmente que separar não significa que não se influenciam. O aprofundamento do conhecimento mútuo permite-nos saber melhor o que podemos esperar do outro, com o que podemos contar. Isso não significa que nos condicionemos por haver esse duplo relacionamento na nossa relação.
Por isso, e também por isso, foi bom que depois de falarmos de trabalho e de termos arrumado a conversa, tivéssemos falado de nós, da consciência da complexidade que encerra a nossa relação, mas também da força que ela vai tendo, da vontade crescente, que vamos tendo, de viver a nossa paixão, do esforço de criação de condições que permitam manter um bom e proveitoso relacionamento de trabalho, que dê resposta a necessidades e anseios próprios e da organização, e desenvolver a nossa relação afectiva, sem problemas, quer para nós quer para terceiros.
A expectativa de nos podermos encontrar no próximo fim-de-semana deixa-me ansioso. Desejo tanto que isso aconteça que até tenho medo de pensar que, por qualquer razão, possa ainda não ser desta que aconteça. Parece que falta tanto tempo... Espero que se realize o nosso encontro e que nele possamos dar largas aos nossos sentimentos e satisfazermos os nossos desejos.
Até lá vou continuar a sofrer por ti.
Adoro-te!
publicado por jmartinsdocabo às 21:52
07
Jan 06

Terralva, 7 de Janeiro

Acabei agora mesmo de te telefonar. Andas a passear. Quem me dera estar contigo. Este meu desejo cresce progressivamente. Como vês, como tens visto, estou mesmo louco, louco por ti. Não tenho cura. Tenho de viver esta loucura. Foi bom ter estado ontem contigo, naquele grupo. Ajudou a encarar a nossa relação noutra dimensão. É pena que ainda tenhamos de esconder (será que conseguimos?) o que sentimos, a nossa relação. Evitar olhar, evitar falar, evitar tocar com receio de denunciar o que sentimos. Mas ajuda a conhecermo-nos melhor, ao presenciarmos o relacionamento e a conversa do outro com os outros.
Enfim, foi mais uma experiência. Agradável porque o grupo era simpático. Gostosa por me teres convidado, por ter estado contigo, próximo de ti, e por nos ter permitido despedir de forma tão carinhosa.
Não sei se já leste os meus escritos anteriores, que ontem te entreguei. Gostava de saber o que pensas deles.
Não sei também se ouviste a mensagem que te enviei quando cheguei a casa. Queria falar directamente contigo mas como tinhas o telemóvel desligado resolvi deixar a expressão do que sentia naquele momento. Espero que tenhas gostado.
Desculpa a insistência dos meus convites mas cada vez apetece-me estar mais contigo. Mesmo quando, em princípio, não me dava jeito por ter que fazer, por me dificultar mais a gestão do meu tempo, apetece-me sempre deixar tudo para me encontrar contigo.
Este estado de espírito, esta disponibilidade para aprofundar uma relação, esta entrega tão incondicional ao outro, estes sentimentos tão bonitos que nos permitem encarar a vida e as pessoas com maior optimismo e disponibilidade, não acontece sempre. Há até quem nunca consiga experimentar este estado. Eu sei bem como é bom viver assim. Quero viver assim enquanto puder, enquanto for capaz.
Tens resistido muito, ainda manténs muitas reservas, alimentas muitas dúvidas, tens os teus medos. Por isso não te entregas, por isso travas, por isso não te libertas, não te soltas, jogas à defesa. Naturalmente que ficaria muito mais contente, satisfeito, se reagisses de forma mais favorável às minhas propostas, aos meus desafios e convites. Tenho esperança que isso acabará por acontecer. Mas já me contento por te ver, por falar contigo, por estar contigo de vez em quando.
Não há dúvida que estou enamorado e que me sinto bem por assim me sentir.
Não é fácil aguentar a não satisfação dos nossos desejos, principalmente nestas noites de lua cheia. As pulsões são muito fortes. Mas o objecto do meu desejo não é difuso, é muito claro e definido, és tu.
Este “amor que arde e não se vê” torna-me dependente, obcecado em ti. Só em ti penso, só contigo me apetece estar, passear e namorar, só a ti desejo.
Numa estratégia de conquista não é boa táctica mostrar como estou dependente. Devia-me mostrar mais distante, dar-te espaço que te fizesse tomar a iniciativa. Mas como estou apaixonado não consigo usar estratégias ou tácticas de conquista. As minhas únicas armas são o amor e o desejo que sinto por ti, minha querida, minha bela flor silvestre.
publicado por jmartinsdocabo às 18:27
06
Jan 06

Terralva, 6 de Janeiro (0 h 15 m)

Acabei agora mesmo de te telefonar a transmitir a seguinte mensagem: “Muitos parabéns pelo teu aniversário. Desejo-te que passes um bom dia, com mais um aninho, e que este novo ano te traga tudo o que mais desejares. Sê feliz se fores capaz. Milhões de beijinhos e um grande abraço deste que só agora descobriu que a vida sem ti não tem valor, sem ti que passaste a ser o seu único amor.”
Já te estou a imaginar a pensares ou a ouvir-te dizer: “Pois, palavras bonitas, mas até quando as vais dizer?” Não sei, nem sequer sei se isso importa muito, só sei que sou autêntico e assim quero continuar a ser.
Só direi essas palavras bonitas enquanto as sentir e sentir vontade de as dizer. Não sei se isso vai durar mais uma semana, mais um mês, mais um ano, ou a eternidade.
Não prometo amor eterno, nem sequer duradouro, a ninguém por mais apaixonado que me sinta, não quero voltar a enganar-me nem quero enganar mais ninguém.
Não gosto de fazer promessas por mais convicto e seguro que esteja do que sinto, do que penso, do que pretendo fazer.
Neste momento, sei que me sinto louco, louco por ti. Penso em ti sempre que paro, apetece-me estar contigo a todo o tempo, apetece-me correr para ti e sei que o farei sempre que tu quiseres, apetece-me falar contigo e partilhar contigo tudo, nos mais ínfimos pormenores.
Sei que é por estar enamorado por ti que acho que és a mais bela, a mais inteligente, a mais sensual, a que só tem qualidades, que és um poço de virtudes.
Mas sei também que na realidade não é assim, que não és “a mais”, mas é assim que te vejo e é assim que gosto de te ver.
Sei ainda que o enamoramento não dura sempre, por isso quero vivê-lo com a maior intensidade de que for capaz, enquanto durar.
Depois pode sobrar uma relação serena, com amor ou amizade ou, pura e simplesmente, só uma agradável saudade de um período bem vivido. Em qualquer dos casos, acho que vale a pena viver contigo esta paixão que me atormenta cada dia que passa sem te ter.
É claro que tudo isto depende de ti, está nas tuas mãos quereres viver, por mais breve que seja, uma relação de grande intensidade, em que cada momento que dermos largas aos nossos sentimentos e desejos poderia ser o último das nossas vidas para acharmos que morríamos felizes.
Naturalmente que a intensidade não tem forçosamente que durar pouco, mas mesmo que assim seja vale a pena.
Perdoa-me a insistência, mas se o faço é porque estou apaixonado por ti e porque acho que posso ajudar-te a seres feliz.
Longa vida e muitas felicidades.
Amo-te!
publicado por jmartinsdocabo às 00:59
04
Jan 06

Terralva, 3 de Janeiro

Apetecia-me voltar a telefonar-te para saber se estás mais bem disposta. Não gostei nada de saber, há pouco, que estavas triste. Não gosto que estejas triste, não sei se tive alguma responsabilidade nisso. Espero que não.
Por isso apetecia-me ouvir-te e saber que já não estás triste ou, se ainda estás, tentar fazer alguma coisa para que a tristeza te passasse.
Mas já passa da meia-noite e tenho receio de te incomodar, de te acordar. Então seria pior a emenda que o soneto... Mas porque estás tu triste? Quem me dera poder fazer alguma coisa para que ficasses alegre, te sentisses bem, feliz...
Gostei muito do dia de ontem. Foi bom apreciar-te nos teus terrenos, foram bons os passeios, foi muito agradável o jantar, enfim, foi, é muito bom estar contigo, ouvir-te falar do que te preocupa, conhecer as tuas ideias, os teus pensamentos sobre diversos assuntos e sobre nós.
Tenho pena de não te poder oferecer perspectivas para uma relação a dois mais interessantes, menos problemáticas, que te fizessem sentir mais atraída para viver uma aventura comigo, eventualmente empolgante, mas com menos riscos para ti, para o teu futuro.
O que gosto de ti, como gosto de ti, a verdade que quero que esteja sempre presente na nossa relação, não me deixam criar falsas expectativas e impedem-me de apresentar só facilidades para o caminho que poderemos vir a experimentar e a trilhar juntos.
Quero-te muito, desejo-te demais, mas não quero fingir que não tenho consciência das dificuldades, nem te quero conquistar de qualquer maneira.
As dificuldades que se colocarão numa relação que entendamos aprofundar são grandes. Mas serão inultrapassáveis? Não conseguiremos ter arte e engenho suficientes para as ultrapassar? O que está a crescer entre nós não conseguirá dar-nos a força necessária para enfrentarmos os obstáculos que adivinhamos surgirem?
Eu acho que entendo o que pretendes duma relação. Penso que será parecido ao que eu desejo também. Ter no outro um porto de abrigo, onde aportamos sempre que precisamos ou nos apetece, que nos pode dar o conforto, o carinho, o amor, a amizade, que nos aceita tal como somos e nada nos cobra, com quem carregamos baterias, com quem nos permitimos libertar os animais que somos, com quem nos despimos à vontade, não só de roupas mas também de preconceitos, com quem somos naturalmente íntimos. Para já não falar no resto, porque não quero ser ainda mais irresponsável do que já sou...
Quando privilegio a paixão ao amor, a intensidade à duração da relação, é porque estou convencido que com as primeiras serei capaz de te fazer feliz, e que relativamente às segundas já não sei.
Gostei do ideal de vida que me apresentaste ontem. Apetece-me desempenhar um papel nele. Não digo mais porque não gosto de simplificar as coisas e muito menos de prometer o que quer que seja.
Quero que entendas que comigo a vida será sempre uma aventura. Sei o que quero, o que desejo, estou disposto a batalhar por isso, mas não sei, cada vez sei menos, até onde sou capaz de chegar e quanto tempo sou capaz de me sentir feliz e de fazer quem amo/amei feliz.
Amo-te!
publicado por jmartinsdocabo às 12:21
01
Jan 06

Terralva, 1 de Janeiro

Começou uma nova semana, um novo ano, e eu aqui estou sem ti. Quem me dera estar contigo!
A expectativa de te poder ver, de poder estar contigo amanhã já não me deixa sossegado. Espero que amanhã não te furtes, não fujas, e te disponhas a estar comigo. Quero-te tanto!
Não brinques com a fartura, não desperdices as oportunidades de gozar a vida, de partilhar sentimentos profundos e bonitos, de te entregares a quem já se te entregou, de experimentares a felicidade.
A vida vive-se, vivendo-se. Não se vive, pelo menos completa ou satisfatoriamente, rejeitando experiências potencialmente enriquecedoras. São estas que nos fazem crescer sustentadamente.
Não queiras só o que te parece seguro, não te contentes com o teres alguma coisa – algum sentimento, alguma companhia, algum prazer, tudo muito “arrumadinho”, mas também muito insosso.
Arrisca, procura o máximo que possas alcançar. Já te disse que tens enormes potencialidades. O desafio que deves travar é o de transformar essas potencialidades em capacidades. Seja no campo profissional, seja no afectivo, no sexual, ou em qualquer outro.
Para isso precisas de ambição mas também de humildade, de confiança para que possas arriscar, de não de convenceres que já sabes tudo ou que já tens tudo o que podes alcançar, de trabalhares e lutares por aquilo que queres, que desejas, por mais distante e difícil de conseguir que te pareça.
Na vida nem sempre se vence, nem sempre se consegue o que se deseja, mas se não se arriscar e se não se lutar por aquilo que se deseja é que, certamente, não se alcança, não se vence.
Muitas são as asneiras que se fazem, muitos são os trambolhões que se dão, muitas são as desilusões que se têm. Mas se tudo isso acontece é porque se vive, é porque se faz pela vida.
Não sei porque escrevi tudo isto. Talvez por algumas conversas que temos tido sobre o assunto, talvez, também, por pensar que isto terá alguma coisa a ver com o desenvolvimento, ou não, da nossa relação.
Estou convencido que, não só para mim, o desenvolvimento de uma relação entre nós poderá ser bastante enriquecedor para ambos, que nos ajudará a crescer. Sim, falo em crescer porque crescemos sempre que temos experiências estimulantes e relações gratificantes.
É isso que me alicia – poder crescer e ajudar-te a crescer um pouco mais, desenvolvendo experiências que nos atraem.
Quem sabe se não será amanhã que damos um passo nesse sentido. Seria bom que assim fosse. Aguardo que assim seja, com ansiedade. Quero-te tanto!...
publicado por jmartinsdocabo às 18:27
Janeiro 2006
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