Louco por ti
Zé gosta e procura compreender o que se vai passando consigo. Foi isso que o levou, a partir de certa altura, a escrever o que sentia por ela, como via a relação que mantinham e o que desejava dela.
18
Dez 05

Despedirmo-nos, como ontem fizemos, não é fácil. Dizer: “vai, vai à procura da tua felicidade”, quando, como é o caso, o que mais desejo é fazer-te feliz, é que consigas ser feliz comigo, nem que seja por breve período, foi abrir um buraco aqui dentro do meu peito. Dói, dói mesmo aqui dentro no buraco que se abriu.
Acabei agora mesmo de ouvir alguém dizer na televisão que “a felicidade não se deseja a ninguém, merece-a quem a conquista”, ou qualquer coisa parecida.
A felicidade, ou melhor, os períodos ou momentos de felicidade conquistam-se. Renunciar à luta por essa conquista quando se sente estarem a ser criadas condições para a alcançar não é fácil (será correcto?), dói mesmo.
Também na televisão, ouvi uma artista conhecida dizer: “não se deixem apenas guiar pela razão, deixem-se também guiar pelo coração”. - Que belo conselho! Porque lhe resistimos? Porque não o seguimos?
Quanto custa resignarmo-nos! É claro que não é estar aqui só, sem nada me apetecer fazer porque não consigo deixar de pensar em ti, que me apetecia fazer. O que me apetece realmente fazer é telefonar-te e gritar-te, com quantas forças tenho: estou louco, estou louco por ti. Amo-te, quero-te, desejo-te. Se sentes algo parecido a isto diz-me. E diz-me também onde estás que eu vou já a correr para ti.
Dá-nos uma oportunidade. Acho que a merecemos.
Não sei se vou ser capaz de me acomodar, de me resignar, de desistir de te tentar conquistar, de deixar de lutar por ti, por nós.
Quero o melhor para ti, como te disse. Parece-me, no entanto, que o melhor para ti, para nós, pelo menos nos próximos tempos, passa por desenvolvermos a relação que estabelecemos entre nós. Não passa por travá-la quando nos está a motivar, a aumentar o gozo de viver a vida, quando sentimos a atracção desenvolver-se entre nós bem como a intimidade que faz crescer e sentirmo-nos, simultaneamente, tão crianças.
Estou triste, mas não sei se vou ser capaz de aguentar a resignação. Não me apetece desistir, não só por mim mas também por ti, por nós.
Espero que não demores a perceber que, malgrado todas as dificuldades que não são mais do que preconceitos, que o caminho que te pode levar a experimentar a felicidade, nos tempos mais próximos, é a meu lado, é comigo.
Não demores. Chama-me para o teu lado ou corre para mim.
Amo-te! Espero que digas o mesmo em breve...
publicado por jmartinsdocabo às 22:53
oLÁ!! tAh O MaxIMo sEU BloG...
obRIGAdA pUr COMENtAR Nu MEu bLOg...
vAlEUUUU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
bJSSSSSSSSSSSSSJana Sk8
(http://janask8.blogs.sapo.pt)
(mailto:janainavargas@sestsenat.org.br)
Anónimo a 13 de Janeiro de 2006 às 12:00
Oi! Tens razão... a cabeça axa sempre k tem razão... é bem mais sensata que o coração que age institivamente pelo amor...kal deles está certo?eu ka aposto no coração mas nem sempre o oiço!Jenny Calendar
(http://jenny.blogs.sapo.pt)
(mailto:andreiam16@hotmail.com)
Anónimo a 24 de Dezembro de 2005 às 12:59
está bonito o q escreveste... e tão real quanto td o q eu sinto... e porquê?!lara
(http://desabafosedelirios.blogs.sapo.pt)
(mailto:lram84@hotmail.com)
Anónimo a 23 de Dezembro de 2005 às 09:48
Sopa de Cerejas

Ingredientes:
• 1 colher de café de fécula de milho;
• 400 g de cerejas;
• 2 colheres de sopa de açúcar;
• 1 dl de sumo de maçã;
• 20 g de manteiga;
• 1 vagem de baunilha;
• 1 fatia de pão branco.
Confecção:
Lavar e retirar o caroço às cerejas.
Levar o sumo de maçã a ferver dentro de um tachinho, juntamente com açúcar e a vagem de baunilha cortado longitudinalmente em dois.
Juntar as cerejas, mexer bem e deixar cozer durante 5 minutos.
Diluír a fécula numa colher de sopa de água.
Cortar o pão em pequenos cubos e dourá-los na manteiga.
Passar as cerejas por um passador, e deitar o sumo dea cozedura dentro da caçarola, deixar ferver e incorporar progressivamente a fécula, mexendo sempre.
Deixar ferver durante 4 minutos.
Recolocar as cerejas, mexendo bem até levantar fervura.
Servir quente, em taças, com os cubos de pão.
Carlos
(http://vagueando.blogs.sapo.pt/)
(mailto:c_m_a_n_u_e_l@hotmail.com)
Anónimo a 22 de Dezembro de 2005 às 16:49
Pois é ...voce também falando disso ...rss
Acho q talvez seja pq o amor e paixão é algo inalcansavel entao falamos nele ... e falamos nele ..e falamos nele ...rss
Um Feliz Natal ...foi um prazer sua visita apareça ...£.£µåM¢£
(http://luamel.blogs.sapo.pt/)
(mailto:r.enluarad@terra.com.br)
Anónimo a 22 de Dezembro de 2005 às 05:01
gostei bue, muito original
Milagre a 11 de Março de 2013 às 13:05
gostei bue, muito original
Milagre a 11 de Março de 2013 às 13:08
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