Louco por ti
Zé gosta e procura compreender o que se vai passando consigo. Foi isso que o levou, a partir de certa altura, a escrever o que sentia por ela, como via a relação que mantinham e o que desejava dela.
26
Dez 05

Terralva, 25 de Dezembro

Está a acabar o Natal. São, precisamente, vinte e quatro horas. Tenho estado a folhear um livro intitulado “Como manter o casamento” e encontrei algumas ideias interessantes, que quero partilhar, reflectir e discutir contigo.
“Apaixonamo-nos por determinada pessoa porque pensamos que ela preenche melhor os nossos desejos e necessidades”. Concordo com isto. Acho que é por isto que me apaixonei por ti, porque acho que preenches bem as minhas necessidades de companhia, por a tua presença física me ser muito agradável, a tua inteligência estimulante, as tuas capacidade de diálogo e diversidade de interesses enriquecedoras, a procura e descoberta de novos estímulos a todos os níveis desafiadores, e por estar convencido de que podes, se quiseres, satisfazer os meus desejos mais profundos, incluindo a nível sexual.
“O amor nasce da convicção de que o nosso companheiro irá satisfazer os nossos interesses”. Efectivamente, o relacionamento que temos mantido fez nascer em mim essa convicção, designadamente a de ter uma relação forte contigo, em que haja grande vontade de namorar, de partilhar caminhos, descobertas, aventuras, intimidade.
“O sentimento de gostar de estar com o seu melhor amigo é a garantia de ter feito uma escolha acertada”. É isto que eu sinto quando estou contigo.
Diz ainda o autor do referido livro que: “Se vão jantar fora juntos e conseguem manter uma conversa animada durante toda a refeição eu diria que vocês apreciam a companhia um do outro”. Não é isto que acontece sempre que saímos juntos?
“Os verdadeiros amantes são também verdadeiros amigos”. Não somos já verdadeiros amigos?
“Amo-te deve exprimir um pensamento espontâneo, um sentimento repentinamente tão forte que só pode ser expresso por palavras”. É isto mesmo que me tem levado a dizer-te e a escrever que te amo.
É certo que tudo isto é necessário, mas pode não ser suficiente para manter um “casamento”, porque pode haver mais pessoas que preencham essas condições e não é por isso que “casamos” com todas elas.
Mas há que não esquecer o momento, a simultaneidade dos sentimentos de duas pessoas e a oportunidade em que tal acontece. Com certeza que há muitas pessoas que podem preencher os nossos desejos e necessidades, por isso nos podemos apaixonar várias vezes. Mas não devemos partir do princípio que isso irá acontecer e, por isso, desperdiçarmos as oportunidades que nos surgem ou que criamos. É essa a minha forma de encarar a vida, procurando aproveitar da melhor maneira que posso e sei, com total entrega, as oportunidades que surgem de me apaixonar.
Por isso repito, e apetecia-me gritar-te, que te amo, que estou apaixonado por ti, mesmo que isso signifique que estou louco, porque efectivamente me sinto louco por ti.
Até sempre, mesmo que isso signifique nunca mais...
publicado por jmartinsdocabo às 11:53
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gostei bue, muito original
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ha se tas assim tao apaixonado pede-lhe em namoro ...
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