Louco por ti
Zé gosta e procura compreender o que se vai passando consigo. Foi isso que o levou, a partir de certa altura, a escrever o que sentia por ela, como via a relação que mantinham e o que desejava dela.
03
Fev 06

Terralva, 3 de Fevereiro

Escrever a pensar em ti tornou-se para mim uma necessidade irresistível. É uma forma de falar contigo, na impossibilidade efectiva de o fazer.
Regressei agora a casa, depois de ter andado por aí a divagar sozinho. Estou só, não sinto vontade de estar seja com quem quer que seja a não ser contigo.
Fui esta tarde, como te falei, à visita guiada à exposição a Évora. É interessante. Se puderes, deves ir vê-la. Vais gostar e interessa-te profissionalmente.
Estou na fossa, como há muito não me sentia.
Deixar fluir e desenvolver-se livremente uma paixão, começar a partilhá-la e, de repente, travá-la é violento demais, dói, confunde, baralha, desestabiliza. Sinto-me perfeitamente perdido.
Preciso urgentemente de perceber o que se passou para que as coisas desembocassem nesta situação, e se a tua posição é definitiva.
Como não a entendo, recuso-me a aceitar a tua posição.
Se me explicares, e se eu compreender e achar que faz sentido, terei de me virar e de aprender a calar fundo esta dor que me atormenta, e a viver sem ti.
Até lá vou viver na esperança, ou iludido, de que a situação actual é passageira e voltaremos a namorar, que é o que eu mais quero e desejo. Voltar aos nossos encontros, às nossas conversas, à descoberta um do outro, ao crescimento juntos.
“Dói,
Me dói aqui por dentro,
Sonhando tantas coisas
Que deixamos de viver,
ói, você me esquecendo
E eu aqui sofrendo
Com saudades de você,
ói, saber que ainda te amo,
Saber que ainda te chamo
E que você não está aqui”,
Canta a Fafá, interpretando aquilo que eu sinto, acrescentando
“Amor da minha vida
Eu tenho que te ver”.
É isso mesmo. Tenho que te ver, tenho que estar contigo, tenho que falar contigo, tenho tantas coisas para te dizer, para viver contigo.
Hoje, li uma entrevista com Emili Brown, uma especialista em terapia de casal, que afirma que a infidelidade é um fenómeno cada vez mais frequente, que o local de trabalho é uma potencial fonte de affairs porque é o sítio onde os adultos têm mais possibilidades de conhecer novas pessoas.
Afirma ainda que um “Eu dividido”, que tem um forte sentido de responsabilidade, sempre foi filho exemplar e geriu as crises de família e quando forma família “a sério”, descobre que lhe falta a paixão e procura alguém para compensar essa carência essencial. Revejo-me nesta afirmação.
São divagações, reflexões de quem se sente perdido. Ajuda-me a encontrar-me. Preciso de ti.
Amo-te!
publicado por jmartinsdocabo às 23:45
oi!
o amor faz com k keiramos partilhar a nossa vida com alguem.
fika bemMiss-Devil
(http://missdevil.blogs.sapo.pt)
(mailto:Miss-Devil@sapo.pt)
Anónimo a 4 de Fevereiro de 2006 às 15:40
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